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Imóveis como investimento em 2026: Crédito em transformação reforça importância de contratos bem elaborados

O investimento em imóveis segue como uma das alternativas mais procuradas pelos brasileiros e, para 2026, o cenário aponta para um mercado mais estruturado, especialmente no que diz respeito ao crédito imobiliário. Além da tradicional percepção de segurança patrimonial, fatores econômicos e institucionais indicam um ambiente mais favorável para quem deseja investir com planejamento. Segundo o advogado e professor Paulo Piccelli, o imóvel continua sendo um ativo atrativo, mas exige cautela jurídica. “Investir em imóveis ainda vale a pena em 2026, porém não se trata apenas de comprar bem. O verdadeiro diferencial está na estrutura jurídica do negócio, especialmente na […]

O investimento em imóveis segue como uma das alternativas mais procuradas pelos brasileiros e, para 2026, o cenário aponta para um mercado mais estruturado, especialmente no que diz respeito ao crédito imobiliário. Além da tradicional percepção de segurança patrimonial, fatores econômicos e institucionais indicam um ambiente mais favorável para quem deseja investir com planejamento.

Segundo o advogado e professor Paulo Piccelli, o imóvel continua sendo um ativo atrativo, mas exige cautela jurídica. “Investir em imóveis ainda vale a pena em 2026, porém não se trata apenas de comprar bem. O verdadeiro diferencial está na estrutura jurídica do negócio, especialmente na elaboração do contrato”, explica.

O cenário de crédito tende a ganhar fôlego com medidas estruturais anunciadas pelo Governo Federal e pelo Banco Central. As instituições vêm promovendo mudanças no modelo de financiamento habitacional e no uso de recursos da poupança, com o objetivo de ampliar a oferta de crédito imobiliário. A expectativa é que essas alterações liberem mais recursos e incentivem a expansão do crédito no setor ao longo de 2026, segundo comunicados e análises oficiais do próprio Banco Central.

Para Piccelli, esse contexto pode estimular novos investidores, mas também aumenta a necessidade de atenção. “Com mais crédito disponível, cresce o número de negociações. E quanto maior o volume de negócios, maior o risco quando não há um contrato claro, equilibrado e adequado à realidade das partes”, alerta.

O especialista ressalta que contratos genéricos, muitas vezes obtidos na internet, são uma armadilha comum. “Um contrato mal elaborado pode comprometer todo o investimento. Cláusulas confusas, ausência de prazos bem definidos e falta de previsão de riscos são erros que podem gerar prejuízos e disputas judiciais”, afirma.

Na avaliação do professor, a elaboração contratual deixou de ser um detalhe técnico e passou a ser o coração do investimento imobiliário. “Em um cenário de crédito em expansão, o contrato é o instrumento que garante previsibilidade, segurança e tranquilidade ao investidor”, pontua.

Por fim, Piccelli reforça que o advogado imobiliário atua de forma preventiva. “O papel do advogado é antecipar problemas e proteger o patrimônio do cliente. Um bom contrato transforma o imóvel em um investimento sólido, e não em uma dor de cabeça futura”, conclui.

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